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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Escolas matam a criatividade?


Quem nunca se questionou sobre o sistema educacional? Muitas vezes pensamos se as escolas realmente nos preparam para a vida, para encarar o mundo aqui fora, ou elas só lançam informações, conhecimentos que julgam importantes, mas que não se aplicam a todas as pessoas. Por que não questionamos sobre o assunto? Talvez estejamos tão acostumados com as coisas da forma que são, e nos acomodamos, achando que isso não é problema nosso. Mas é, e isso reflete diretamente em nossa vida, nosso futuro como profissionais, como pessoas.

Para entender melhor sobre isso, quero colocar aqui um artigo que encontrei na Isto É. É uma entrevista com o britânico Ken Robinson, especialista em educação e criatividade. De forma divertida ele aborda esse tema e mostra seu ponto de vista sobre a influencia das escolas em nossas vidas.

Isto é - N° Edição: 2119 18.Jun.10 - 21:00

O mundo se divide em duas categorias de pessoas: aquelas que dividem o mundo em duas categorias e aquelas que não.” Arrancando gargalhadas do público de suas conferências, o especialista em educação e criatividade britânico Ken Robinson, 50 anos, questiona por que a maioria das pessoas passa a vida odiando o que faz, “apenas esperando pelo final de semana”, enquanto outras conseguem descobrir seu “elemento-chave”, termo criado por ele que significa a junção do que se faz bem com o que se ama fazer. Robinson conclama o mundo para uma revolução na educação, criando nas escolas um ambiente propício para que os talentos floresçam. Em sua opinião, aquele que não está preparado para errar jamais fará algo de original.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Qual é a sua Marca?

Depois de alguns meses de ausência, vamos tentar agitar esse blog novamente. É um projeto tão bacana, cuidado com carinho desde o começo, não merece acabar no esquecimento, não é?

Bom, para voltar decidi falar sobre um tema que está na minha mente há alguns dias "Qual é a sua marca?". Você já pensou sobre isso? Como as pessoas vão se lembrar de você daqui um mês, um ano, dez anos, por exemplo.

Existem bilhões de pessoas em todo mundo, milhões no Brasil, e para restringir um pouco, milhares na sua cidade. O que difere você dessas pessoas? E pensando como profissional, milhares de jovens concluem uma universidade todos os anos, o que te faz especial com relação a essas pessoas?

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Escolhas


Todos os dias fazemos diversas escolhas, desde as mais simples como decidir que roupa usar, o que comer, até as mais complexas, como escolher uma profissão, um emprego, que projeto vamos desenvolver, que estratégias vamos adotar para contornar um problema. Enfim, a todo momento nos deparamos com uma encruzilhada e precisamos pensar e agir rápido, o tempo não espera para que pensemos no que vamos fazer. E então?

Existe um conto popular sueco muito antigo de uma moça chamada Ronia, que Jan Carlzon narra em seu livro; “A hora da verdade”.

Ronia gostava muito de um rapaz, porém, suas famílias eram inimigas mortais dificultando assim, qualquer possibilidade de uma relação harmônica entre ambos.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Pensem nisso!


Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem. Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse:

terça-feira, 8 de junho de 2010

Não conta lá em casa

Será que a visão de que temos do mundo condiz com a realidade? Talvez o pouco que sabemos não retrate a verdadeira face de uma sociedade, de um país, muitas vezes as informações são manipuladas pelo interesse de uma minoria que detém o poder. Precisamos aprender a ter uma visão global e tentar compreender um pouco do que acontece em diferentes países, entender seu comportamento, seu modo de vida. Esse é um dos caminhos para a busca do entendimento entre os povos.

Você deve estar se perguntando por que estou falando tudo isso. Bom, vou explicar. Esse post é para compartilhar com você um programa que tive conhecimento recentemente, produzido pelo canal Multishow da Globo.

O programa se chama "Não conta lá em casa", e apresenta de maneira única países fechados e obscuros, que normalmente possuímos uma pré-opinião formada graças a mídia. Ele é feito por 4 turistas aventureiros, que entram no país como pessoas comuns (sem vistos de imprensa e coisas do tipo), e com câmeras escondidas, apresentam o que eles estão vivendo, ocasionando até mesmo situações inesperadas, como entrevistar mulheres nas ruas de Teerã, no Iran. Um ponto importante é que, graças a essa maneira que o programa é feito, tudo é mostrado de uma maneira bem única, com praticamente sem nenhuma parcialidade.